Estamos
com muitos problemas aqui na Isla de la
Prata, então está na hora de tentar resolver alguns deles! A maioria dos
ovos já chocou e os animais não se comportam mesmo, nosso Prionosuchus tem
apenas 1,3 metro de comprimento e é bem arisco, vive tentando nos morder, mesmo
assim a InGen ficou tão fascinado com ele (e com o tamanho que ele pode chegar)
que mandou produzir mais 5 ovos! Os raptors então, pequenos, frágeis, crianças
e chatos! Esses dias estávamos fazendo uns exames neles e quando fui segurar um
para poder tirar sangue ele mecheu a perna e aquela "garrinha" chata
me arranhou, ainda bem que pegou de raspão!
Mas
esse é o menor dos nossos problemas... O Jhonatta me falou do que aconteceu com
os Dryosaurus e os Gallimimus, terrível, então pra assegurar capturamos 7
Procompsognathus, todos não apresentavam sinais da doença. Depois fui em busca
dos Beelzebufos no Recanto dos Anfíbios, os três estavam grande e saudáveis,
ainda bem!
Mas e
nossos herbívoros? Foi então que decidi pressionar a InGen e consegui uma lista
completa dos funcionários da Isla Nublar que ainda estavam vivos. Um me chamou
atenção, o doutor Willian Sorkin, na época ele tinha 24 anos, trabalhava nas
docas supervisionando a entrada e saída de animais do parque! E o mais chocante
ele e filho da doutora Sorkin! A mãe não queria que ele trabalha-se com ela
porque jugava perigoso, mas de vez em quando ele visitava a mãe!
Não
pensei duas vezes e mandei buscar o cara em seu domicílio la em Atlanta com uma
boa quantia em dinheiro, ele não negou. Agora ele está com 43 anos, e pode me
revelar um monte de coisas... Em sua última visita mãe ela lhe entregou seu diário
que continha informações valiosas. No dia do acidente na Isla Nublar ele tinha
ido a Isla Sorna supervisionar como estavam as coisas lá. Assim ele e o diário
ficaram a salvos para se tornarem úteis agora.
Willian
me disse que essa doença que afetou nossos animais aconteceu com a InGen no
passado, me disse que essa doença foi a única coisa que fez com que a doutora
Sorkin e o doutor Wu trabalhassem juntos, no diário tem tudo que eles
descobriram sobre a doença, se tudo der certo vamos poder não só preveni-la
mais curar os animais doentes.
Outra
coisa Willian elogiou o fato de não usarmos apenas o DNA de anfíbio em nossos
animais, disse que pouco antes de abandonarem a Isla Sorna eles criaram alguns
dinossauros com DNA de aves e crocodilos e os resultados foram bem mais
satisfatórios, os novos t-rex tinham uma boa visão e os novos raptors eram mais
inteligentes e menos agressivos (isso sem falar que tinham novas cores e os
machos tinham proto-penas).
Ele
citou alguns exemplos, os nossos Beelzebufos foram criados com DNA de rã e eles
estão vistosos e suáveis. Como eles são muito próximos dos sapos modernos é
possível que nossos Beelzebufos sejam quase idênticos aos da época dos dinos, o
mesmo ocorre com os outros anfíbios que estamos criando, é possível que eles
sejam muito parecidos com os do registro fóssil, os seja nosso Prionosuchus
chatinho pode chegar a 9 metros e o fato de ser arisco quer dizer que os
Prionosuchus do Permiano também eram. Outros exemplos foi usar o DNA de aves
nos Procompsognathus que apresentaram resultados satisfatórios! Pena que não
posso dizer o mesmo dos Driossauros que usamos DNA de rã.
Outra
contribuição do diário de Sorkin foi nos ensinar a acelerar o crescimento dos
animais e acelerar o tempo que ficam nos ovos.
Bem
levei o Willian para o confinamento de quarentena, estava ajudando ele e ao
Jhonatta até receber um telefonema informando problemas com os "mini
raptors". Mas antes de sair deu uma boa olhada nos nossos Driossauros e
lembrei que o verde claro de seus corpos também existe na natureza! É o mesmo
verde da grama alta, então dei o seguinte conselho para o Jhonatta: "Nas
Montanhas do Norte existe uma área onde a grama é verde e alta, leve os Driossauros
que estão saudáveis lá, pegue o carro e banque o predador, confie em mim! Tenho
que ir agora me informe os resultados".

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